Resumo de talks · Adapta Summit 2026

Produto, operação e mercado.

Resumo objetivo dos três palcos em dois dias: assuntos apresentados, dados citados, usos de produto, públicos mencionados e características do discurso.

7capturas locais
37segmentos identificados
46h+de vídeo bruto
Resumo executivoO Summit apresenta a Adapta como uma combinação de chat multimodelo, construção de sistemas, agentes autônomos, educação e consultoria. A passagem de uma ferramenta individual para uma camada de operação empresarial é o eixo comum entre as talks.

O Dia 02 aparece separado do Dia 01. Na Arena Pragmática, o recorte original e o link de continuação são tratados como uma mesma sequência quando a palestra atravessa os dois arquivos. A seção final reúne as implicações para a Lumina.
Tema recorrente

Da ferramenta ao fluxo.

As talks começam com uso individual de modelos e avançam para memória, agentes, sistemas, integrações e processos que geram resultado. A mudança não é apenas de interface; é de unidade de valor.

  • Multi-modelo como ponto de entrada.
  • Memória como continuidade de uso.
  • Processo como objeto de implementação.
  • Consultoria como camada de adoção.
Públicos recorrentes

Quem aparece nas talks.

O evento alterna entre decisores e operadores: donos, founders, C-levels, heads, creators, advogados, clínicas, e-commerce, marketing, vendas e equipes técnicas.

  • Decisor: prioridade e orçamento.
  • Operador: execução e produtividade.
  • Especialista: contexto e método.
  • Empresa: governança e escala.
Como ler o relatório

Cada segmento segue o mesmo quadro.

01ConteúdoAssunto, exemplos e principais ideias apresentados.
02DadosNúmeros citados no palco, com indicação quando são claims.
03ProdutoUsos da plataforma, operação e posicionamento observados.
04PúblicoPersonas, linguagem e discurso de marketing da sessão.
ADAPTA

Arena Adapta

Bastidores, marketing, consultoria e a tese de empresa nativa de IA.

Dia 01 · 31 de julho9 segmentos
01
ADAPTA · DIA 01 · Palestra

A equação da Adapta para criar anúncios campeões

Davi · time de marketing Adapta

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DIA 01PalestraBlocos 04–05 · abertura da Arenaevidência primária

Davi abre a caixa-preta do marketing da Adapta: pesquisa de público, mensagem de vendas, ângulos e revisão. A tese é que a escala não começa na quantidade de criativos, mas em uma mensagem central suficientemente clara para gerar muitas variações testáveis.

Base da leitura: Transcrição direta; números são claims apresentados no palco

Conteúdo da talk

  • Pesquisa vem antes da copy; a IA acelera a pesquisa, mas não elimina a necessidade de entender o cliente.
  • A mensagem de venda deve conduzir a uma conclusão inevitável: problema, solução diferente e convite claro.
  • Ângulo é a forma de derivar várias peças de uma mesma mensagem, sem começar do zero.
  • A lógica da Adapta é transformar performance em um sistema de produção, não depender de uma ideia brilhante isolada.

Dados citados

  • 73 mil vendas no Meta entre janeiro e julho de 2026 e mais de R$ 80 milhões em vendas foram atribuídos à operação de anúncios da Adapta.
  • O palco menciona 41 horas de anúncios produzidos, 730 anúncios ativos e um caso em que uma peça respondeu por 80% dos resultados no primeiro mês.
  • A regra de copy citada: 40% pesquisa, 40% escrita e 20% revisão. Os números são apresentados como referência metodológica, não como estudo independente.

Produto / operação

  • Adapta One como motor de pesquisa, ideação e variação.
  • O diferencial defendido não é só acesso a modelos; é transformar o método interno em uma linha de produção reutilizável.
  • O produto é vendido junto com prova social, bastidores e frameworks proprietários.

Público / discurso

  • Donos de negócio e profissionais que já anunciam ou precisam criar demanda.
  • Tickets citados vão de centenas de reais a ofertas acima de R$ 100 mil.
  • Perfil mais valorizado: alguém com oferta, processo comercial e capacidade de medir conversão.

Tom: Transparência performática: abre números, usa urgência e fala como insider. A promessa é prática, agressiva e orientada a resultado.

02
ADAPTA · DIA 01 · Palestra + Q&A

Carrosséis em menos de 30 minutos

Edson Muniz · Davi no Q&A

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DIA 01Palestra + Q&ABlocos 05–08 · manhãevidência primária

Edson apresenta o framework OBA para criar carrosséis: objetivo, benefício/conexão e ação. O foco é usar IA para acelerar ideação e design sem perder utilidade, clareza e intenção de conversão. O Q&A expande para o processo de conteúdo da própria Adapta.

Base da leitura: Transcrição direta; passagem de palco identificada por apresentação e encerramento

Conteúdo da talk

  • Carrossel não é o formato universal: serve melhor para conversão de quem já conhece a marca e para atrair atenção com utilidade.
  • O framework parte do objetivo macro e desce para a ação específica do post.
  • A apresentação defende 80% conteúdo e 20% design; design deve amplificar a ideia, não substituí-la.
  • A Adapta usa os melhores anúncios e conteúdos como base de conhecimento para gerar novas peças e ângulos.

Dados citados

  • Edson relata ter levado a operação de conteúdo até 300 mil seguidores e menciona centenas de posts produzidos para a Adapta.
  • O Q&A menciona um processo de cerca de quatro conteúdos por dia no Instagram, além de YouTube e LinkedIn do Max.
  • O palco sugere que 30–40% das pessoas impactadas por anúncios podem visitar o perfil sem seguir o funil do anúncio; é uma estimativa falada, não uma métrica auditada.

Produto / operação

  • Template + expert + skill + futuro software no Skip: a escada transforma conhecimento de conteúdo em workflow.
  • A fronteira de produto é clara: Adapta One pensa e escreve; Skip tende a automatizar a produção e a entrega.
  • O Q&A vende processo interno como prova de produto.

Público / discurso

  • Social media, creators, pequenos times de marketing e prestadores de serviço.
  • Público que precisa produzir com frequência sem montar uma equipe completa.
  • Usuário é tratado como operador de um sistema editorial, não como prompt engineer.

Tom: Didático, energético e demonstrativo. O marketing mistura fórmula simples, promessa de velocidade e bastidor de uma marca com volume real.

03
ADAPTA · DIA 01 · Painel de consultoria

Como transformar uma empresa em nativa de IA

Rodrigo + Vini · consultoria Adapta

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DIA 01Painel de consultoriaBloco 09 · antes do Carianievidência primária

Rodrigo e Vini respondem perguntas sobre adoção em empresas e sobre o perfil de cliente que consegue extrair valor. O argumento central é que IA não substitui processo: primeiro é preciso entender o fluxo, a restrição e o resultado desejado.

Base da leitura: Transcrição direta; painel anunciado pelo mestre de cerimônias

Conteúdo da talk

  • Consultoria começa pela operação do cliente, não pela ferramenta da moda.
  • O melhor cliente tem estrutura suficiente para executar, medir e manter mudanças.
  • A função do consultor é combinar diagnóstico, desenho de processo, capacitação e acompanhamento.
  • A Adapta apresenta seus consultores como ativos de credibilidade e prova de implementação.

Dados citados

  • O palco menciona quase 500 clientes atendidos por Vini e, em outro momento, mais de 370 negócios implementados, além de mais de 50 treinamentos.
  • A fala cita um time de consultoria com especialistas vindos de marketing, dados e operações.
  • Os números aparecem em apresentações diferentes; este relatório preserva a variação em vez de consolidar como um único KPI.

Produto / operação

  • Consultoria é uma camada de implementação sobre o produto, não um serviço desconectado.
  • A oferta transforma experiência de consultores em método replicável e em templates para o cliente.
  • A demonstração serve também como qualificação: cliente sem processo ou capacidade de execução tende a ter menos sucesso.

Público / discurso

  • PMEs estruturadas, empresas de serviço e líderes que precisam implantar IA em mais de uma área.
  • Empresários que sabem onde dói, mas ainda não mapearam o processo.
  • Menos aderente a curiosos sem operação ou sem dono do projeto.

Tom: Pragmático e anti-hype. A fala constrói autoridade pela proximidade com casos e pela fricção de dizer que a ferramenta não resolve tudo sozinha.

04
ADAPTA · DIA 01 · Palestra

IA no marketing digital para escalar negócios de saúde

Renato Cariani

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DIA 01PalestraBlocos 10–11 · início da tardeevidência primária

Cariani desloca o debate de “postar mais” para construir audiência, confiança e conversão. Ele combina creator-led growth, múltiplos CTAs, segmentação por contexto e uso de IA para multiplicar a produção sem perder a voz pessoal.

Base da leitura: Transcrição direta; nome e tema anunciados no palco

Conteúdo da talk

  • A mesma pessoa pode receber vídeos diferentes conforme idade, profissão, família ou contexto; personalização começa pelo enquadramento.
  • Conteúdo é parte do processo comercial: alcance sem produto, oferta e capacidade de atendimento não vira crescimento.
  • CTAs diferentes — landing page, VSL, WhatsApp e aquecimento — permitem capturar intenções distintas.
  • Autoridade pode conviver com humor e informalidade; tom humano é parte do ativo de conversão.

Dados citados

  • O palco apresenta mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais.
  • É citado um exemplo de 300 mil visualizações no YouTube com 3,2 pessoas por IP, estimando cerca de 1 milhão de espectadores; e 70% do público assistindo pela TV.
  • A fala cita um criativo com 3 mil–5 mil visualizações gerando venda quando bem direcionado. São exemplos narrados, não auditoria independente.

Produto / operação

  • Adapta One aparece como copiloto para roteiros, variações e personalização, não como substituto do criador.
  • A arquitetura de funil é tratada como produto: conteúdo, VSL, CTA e atendimento precisam estar conectados.
  • A palestra faz o produto parecer útil para quem já tem distribuição ou uma tese de marca forte.

Público / discurso

  • Profissionais de saúde, experts, creators e empresas que vendem por autoridade.
  • Negócios com audiência existente ou potencial de construir comunidade.
  • Empreendedores que querem escalar conteúdo sem perder personalidade.

Tom: Carismático, coloquial e orientado a energia. A marca empresta a autoridade do creator para tornar IA aspiracional e concreta.

05
ADAPTA · DIA 01 · Palestra / oferta

Loops de valor: como tornar a empresa nativa de IA

Max Peters · CEO da Adapta

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DIA 01Palestra / ofertaBlocos 12–14 · tardeevidência primária

Max apresenta a mudança de “usar agentes” para redesenhar fluxos que aprendem. O método começa encontrando o gargalo real, mapeia o processo, implementa uma solução simples, mede o resultado e fecha o loop com memória, ferramentas e iteração.

Base da leitura: Transcrição direta; agenda e transição de palco

Conteúdo da talk

  • “Poços, não buracos”: escolher um gargalo de alto valor e aprofundar até gerar resultado.
  • Um agente só é loop de valor quando está conectado a um fluxo que gera receita, eficiência ou qualidade.
  • Memória, modelos melhores e capacidade de agir são as três mudanças que tornam loops mais viáveis.
  • Empresa nativa de IA é uma direção operacional; não é comprar uma ferramenta e declarar transformação.

Dados citados

  • A palestra cita pesquisa com CEOs e empresas de tecnologia, além de milhares de clientes da Adapta, como base da tese.
  • O programa Native é apresentado com 96–100 vagas, entrada de R$ 2 mil reembolsável e valor de programa declarado em torno de R$ 100 mil; há variações na fala.
  • A ferramenta interna é apresentada como Ethos/ETOS, com acesso antecipado, treinamento e conexão à empresa. Claims comerciais sem verificação externa.

Produto / operação

  • Reposicionamento explícito: One amplifica o trabalhador, Skip sistematiza processos e Ethos/ETOS opera loops autônomos.
  • Native é a camada de serviço, capacitação, acesso e governança em torno do produto.
  • A oferta captura valor alto porque vende transformação organizacional, não apenas tokens ou assentos.

Público / discurso

  • CEOs, fundadores e donos de empresas com capacidade de implementar.
  • Empresas com processos repetitivos e um líder interno responsável por IA.
  • O filtro de maturidade e faturamento funciona como qualificação de lead e proteção da entrega.

Tom: Visionário, urgente e proprietário. A fala cria um novo vocabulário — poços, loops, nativo — para organizar categoria e justificar uma oferta premium.

06
ADAPTA · DIA 01 · Palestra

Eu não sou dev, mas desenvolvo

Beto Carvalho

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DIA 01PalestraBlocos 15–18 · pós-intervaloevidência primária

Beto mostra a segunda geração de ferramentas de IA: o empresário descreve intenção, a plataforma constrói um sistema e a IA ajuda a iterar. O valor defendido é tirar projetos da fila de desenvolvimento e permitir que o dono valide uma solução com rapidez.

Base da leitura: Transcrição direta; tema e nome anunciados no palco

Conteúdo da talk

  • Vibe coding encurta a distância entre problema percebido e protótipo utilizável.
  • O empresário continua responsável por entender a operação, definir escopo e validar o resultado.
  • O melhor uso começa com um problema estreito, uma primeira versão e ciclos rápidos de feedback.
  • A linguagem de “ciborgue” aparece como amplificação de pessoas, não como substituição automática.

Dados citados

  • A fala usa o exemplo de um protótipo construído em poucos minutos para mostrar o contraste com projetos tradicionais.
  • O conteúdo é demonstrativo; não há métrica independente de produtividade ou qualidade suficiente para tratar como benchmark.

Produto / operação

  • Skip é mostrado como camada de construção de sistemas para quem não programa.
  • O produto precisa esconder complexidade sem esconder consequências: banco, autenticação, integrações e manutenção aparecem como próximos passos.
  • A demonstração vende autonomia, mas também normaliza a necessidade de revisão.

Público / discurso

  • Donos de negócio, operadores de pequenas empresas e especialistas de domínio.
  • Usuários com uma dor concreta, mas sem equipe técnica dedicada.
  • Não é só para desenvolvedores; desenvolvedores aparecem como aceleradores e revisores.

Tom: Entusiasmado e acessível. A provocação reduz a barreira psicológica de construir software e transforma o “não sou técnico” em identidade de entrada.

07
ADAPTA · DIA 01 · Palestra técnica

Como funcionam os modelos: tokens, contexto, embeddings e alucinação

Especialista de soluções AWS · nome não recuperado com segurança

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DIA 01Palestra técnicaBlocos 19–20 · noiterecorte / atribuição a conferir

A sessão traduz LLMs para uso prático: tokens, embeddings, janela de contexto, temperatura, RAG e custos. A mensagem é que compreender limitações melhora a escolha do modelo e reduz a expectativa de que um modelo maior seja sempre a resposta.

Base da leitura: Transcrição direta; atribuição preservada como incerta

Conteúdo da talk

  • LLM prevê tokens; não consulta automaticamente uma verdade externa.
  • Embeddings organizam semelhança semântica e RAG adiciona consulta a uma base, mas não elimina validação.
  • Modelo maior pode custar mais sem melhorar proporcionalmente tarefas simples.
  • Alucinação é uma consequência do mecanismo, não um bug pontual que desaparece com um prompt mágico.

Dados citados

  • A fala cita uma faixa de 3%–15% de alucinação em usos de IA, sem especificar estudo ou contexto.
  • GPT-4 é descrito como tendo custado cerca de US$ 100 milhões e 1,8 trilhão de parâmetros; Claude 3.5, cerca de US$ 50 milhões. Tratar como números de palco.
  • Tokens são apresentados como unidade de preço e de processamento, não como palavras inteiras.

Produto / operação

  • Educação técnica funciona como onboarding e reduz uso inadequado do multi-modelo.
  • A plataforma precisa explicar por que escolheu um modelo, quando usar busca e quais partes precisam de verificação.
  • Custo e qualidade devem ser tratados como trade-off visível para o usuário.

Público / discurso

  • Profissionais curiosos, builders e líderes que precisam tomar decisões de arquitetura.
  • Usuários corporativos que trabalham com documentos, dados e respostas verificáveis.
  • Conteúdo serve como ponte entre usuário final e equipe técnica.

Tom: Pedagógico, desmistificador e técnico sem ser acadêmico. A empresa se posiciona como tradutora da complexidade.

08
ADAPTA · DIA 01 · Demonstração de produto

Memória transparente no Adapta One

Juan Azevedo · Head de Engenharia Adapta

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DIA 01Demonstração de produtoBlocos 20–21 · noiteevidência primária

Juan apresenta a memória do Adapta One como evolução do contexto manual. O usuário pode pedir para lembrar algo, usar memória por projeto e revisar o que foi aprendido; a plataforma também começa a coletar fatos a partir do uso.

Base da leitura: Transcrição direta; anúncio de novidade e demonstração

Conteúdo da talk

  • Memória útil é contextual: uma lembrança só deve entrar quando ajuda a tarefa atual.
  • Transparência — saber o que foi salvo e poder excluir — é central para confiança.
  • Projetos funcionam como contêineres de contexto e reduzem repetição.
  • A memória vira argumento de retenção: quanto mais o cliente usa, mais valor percebe em permanecer.

Dados citados

  • A demo fala de memória explícita, memória por projeto e fatos aprendidos automaticamente; não foi apresentado um benchmark de qualidade.
  • A sessão reconhece que o recurso está em evolução e usa a experiência com ChatGPT como referência de expectativa do usuário.

Produto / operação

  • Memória é o elo entre chat multi-modelo e assistente de trabalho persistente.
  • A interface de memória pode ser um diferencial de confiança, não apenas uma feature técnica.
  • O valor aumenta com uso longitudinal e com histórico de decisões.

Público / discurso

  • Profissionais que repetem projetos, documentos e padrões de comunicação.
  • Usuários que trabalham com conhecimento proprietário e querem continuidade.
  • Empresas que precisam controlar o que a IA pode lembrar.

Tom: Confiante, técnico e orientado a retenção. A novidade é apresentada como resposta direta ao motivo pelo qual usuários preferem assistentes que já os conhecem.

09
ADAPTA · DIA 01 · Palestra de consultoria

Vantagem desleal: método de implementação e casos reais

Vini Galeti · Coordenação de Consultorias Adapta

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DIA 01Palestra de consultoriaBlocos 21–22 · encerramentoevidência primária

Vini começa pelo antídoto ao “vendedor de milagres”: não automatizar antes de mapear. O método documenta processo, localiza gargalo, lança uma solução rápida, mede KPI e otimiza. Cases mostram automação de WhatsApp, gestão de sessões, fichas de convênio, criação de slides e avaliação de calls.

Base da leitura: Transcrição direta; apresentação, cases e stack identificados

Conteúdo da talk

  • Sem documentação, o processo não deve entrar como candidato à automação.
  • O melhor primeiro alvo é manual, repetitivo, lento e suficientemente importante para gerar retorno.
  • Consultor deve permanecer no trabalho de julgamento; tarefas de agendamento, triagem e relatório podem ser automatizadas.
  • A própria consultoria da Adapta vira laboratório: reuniões gravadas, transcritas, avaliadas por subagentes e reportadas no Slack.

Dados citados

  • Vini declara mais de 370 negócios implementados, mais de 50 treinamentos e mais de 3.500 seguidores; também cita 1.500 candidatos para 11 vagas no time.
  • Um fluxo interno é descrito como cinco consultores fazendo cerca de quatro reuniões de uma hora por dia: 20 horas de calls que não cabem na revisão manual.
  • No case de Paulo Muzi, uma hora semanal de tarefa manual é comparada a R$ 4.500 de valor de consultoria e R$ 18 mil mensais; é uma conta de oportunidade narrada no palco.
  • A automação de qualidade usa sete subagentes, TLDV para gravação/transcrição e Slack para relatório.

Produto / operação

  • Consultoria é o produto de maior valor percebido: diagnóstico, método, customização e acompanhamento.
  • Adapta One cria experts; ETOS cria loops; Skip constrói sistemas; conectores fecham o circuito.
  • O resultado é vendido como ganho de velocidade e assertividade, não como redução pura de headcount.

Público / discurso

  • Empresas de serviços, clínicas, escritórios, criadores e operações com volume de atendimento.
  • Líderes que têm processos, mas não conseguem analisá-los ou melhorá-los na escala.
  • Consultores e equipes internas também são personas-alvo da metodologia.

Tom: Anti-hype, direto e vendedor. A fricção inicial — “não automatize ainda” — aumenta credibilidade antes da oferta de automação e consultoria.

Dia 02 · 1º de agosto3 segmentos
D2-01
ADAPTA · DIA 02 · Painel / Q&A

Três BUs, memória e a próxima fase da Adapta

Patrick · Felipe Garcia · liderança Adapta

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DIA 02Painel / Q&ABlocos 03–05 · manhãevidência primária

O painel apresenta a organização da Adapta em três unidades — Adapta One, Skip e Native/Labs — e discute memória, roadmap, cultura e segmentação. A tese é que cada produto atende uma etapa diferente da adoção: assistência individual, construção de sistemas e implementação de IA na empresa.

Base da leitura: Transcrição direta; painel e perguntas de público identificados

Conteúdo da talk

  • One é descrito como produto prosumer, entre B2C e B2B; Skip aparece mais orientado a empresas e construção de software.
  • Memória é apresentada como uma aposta transversal para os próximos 12 meses, baseada no contexto dos projetos.
  • A empresa trata Native/Labs e consultoria como caminho para embutir IA em processos, não apenas ensinar prompts.
  • Prioridades de produto são justificadas por trade-offs entre contexto, tokens, latência, confiabilidade e velocidade.

Dados citados

  • O palco afirma que 60% do público do dia veio de fora de São Paulo.
  • Uma fala sobre confiabilidade menciona taxa de 98% de “saúde” operacional; é um indicador apresentado no palco, sem definição ou série histórica.
  • Usuários citam limite de cinco arquivos e arquivos de até 50 MB como fricções práticas; a resposta desloca a discussão para bytes, contexto e confiabilidade.
  • É citado um cliente com cerca de 200 GB no Skip Cloud, junto da afirmação de que o storage ainda não era cobrado. Claims de palco.

Produto / operação

  • O portfólio é organizado por persona e nível de implementação, não apenas por plano de preço.
  • Memória é tratada como possível vantagem de contexto: um modelo menor, com informação adequada, pode superar um modelo maior e mais caro.
  • O roadmap privilegia confiabilidade e velocidade antes de expandir limites e recursos.
  • A arquitetura de BUs permite métricas e times próprios, mantendo marketing, suporte e automação compartilhados.

Público / discurso

  • Profissionais, professores, pequenos empresários, usuários de One e Skip, além de empresas em adoção.
  • O Q&A também inclui pessoas 50+ e uma pessoa cega como exemplos de amplificação por IA.
  • Tom interno e relativamente franco, com perguntas de produto e cultura respondidas sem transformar tudo em demonstração comercial.

Tom: Bastidor operacional e produto em construção. A fala combina transparência sobre limitações com uma tese clara de expansão.

D2-02
ADAPTA · DIA 02 · Case de consultoria

CRM sob medida para uma empresa de cibersegurança

André Coutinho · Lucas Dias

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DIA 02Case de consultoriaBloco 06 · tardeevidência primária

O case mostra uma empresa de cibersegurança que trocou uma operação comercial apoiada em CRM antigo, formulários e planilhas por um CRM sob medida. O produto final integra oportunidades, propostas, pedidos, notas, comissões, e-mail, calendário e relatórios; a consultoria aparece como co-construção do sistema.

Base da leitura: Transcrição direta; demonstração de case identificada

Conteúdo da talk

  • A implementação começou por processos comerciais e de fornecedores, em vez de tentar digitalizar a empresa inteira de uma vez.
  • O cliente participou das decisões de fluxo e conseguiu acompanhar o desenvolvimento sem saber programar.
  • Permissões, auditoria, notificações, sincronização com Microsoft e exportação aparecem como requisitos de operação, não como detalhes posteriores.
  • A escolha da Adapta é atribuída a acessibilidade, disponibilidade e apoio próximo na construção.

Dados citados

  • O case afirma que o CRM foi construído em quatro semanas.
  • É citada economia anual de R$ 36 mil com a eliminação de custos de CRMs prontos; a fala também menciona uma operação anterior na faixa de R$ 70–80 mil mensais, mas o contexto exato não ficou totalmente delimitado.
  • A empresa informa que pretende dobrar o negócio em dois anos. Claims do cliente e do palco, não auditoria independente.

Produto / operação

  • Consultoria entrega software operacional, e não apenas recomendação ou treinamento.
  • O Skip é apresentado como camada de construção; a equipe de consultoria reduz o risco de especificação, integração e adoção.
  • O valor do produto está no encaixe com o processo comercial e na capacidade de alterar o sistema depois.

Público / discurso

  • PMEs com operação comercial própria, sistemas legados e custo alto de adaptação a ferramentas genéricas.
  • Persona compradora: dono ou líder que conhece a operação e quer uma solução ajustada sem montar equipe técnica.
  • Discurso centrado em caso, economia e disponibilidade de implementação.

Tom: Demonstrativo e orientado a resultado. A consultoria é posicionada como parceira de execução e não como fábrica distante.

D2-03
ADAPTA · DIA 02 · Palestra

Como amplificar o time de vendas com IA

Leonardo “Léo” Camargo

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DIA 02PalestraBloco 07 · recorte finalrecorte / atribuição a conferir

Léo Camargo apresenta IA para vendas como amplificação de pessoas e processos. A fala começa pelo princípio de que não se deve automatizar uma operação comercial que ainda não está definida; confiança, método, dados e treinamento vêm antes da ferramenta.

Base da leitura: Transcrição direta; recorte parcial, com encerramento não capturado

Conteúdo da talk

  • A venda é tratada como processo de confiança, não apenas como sequência de mensagens automáticas.
  • O time precisa ter processo, repertório e acompanhamento antes de receber mais automação.
  • A tecnologia é apresentada como parte menor de uma mudança que depende sobretudo de pessoas, processo e dados.
  • O recorte termina durante a exposição do método; não é possível atribuir conclusões sobre a parte final da palestra.

Dados citados

  • O palestrante cita mais de oito anos em vendas, treinamento ou recrutamento de mais de 150 vendedores e centenas de milhões em vendas.
  • É atribuída à McKinsey a afirmação de que 88% das empresas implementaram IA, mas apenas 5% observaram resultados; a fonte e o recorte não aparecem completos.
  • Também é citado um modelo 70% pessoas e processo, 20% tecnologia, infraestrutura, dados e APIs, e 10% modelo ou ferramenta. Claims apresentados no palco.

Produto / operação

  • Adapta é posicionada como copiloto de preparação, execução e revisão do vendedor.
  • O produto só ganha valor quando conhece oferta, objeções, processo comercial e critérios de qualidade.
  • A talk abre espaço para treinamento, playbooks e análise de conversas como serviços acoplados ao software.

Público / discurso

  • Times de vendas, líderes comerciais e empresas que querem aumentar produção sem ampliar headcount na mesma proporção.
  • Persona central: gestor responsável por processo, capacitação e resultado.
  • Tom direto e operacional, com vocabulário de performance comercial.

Tom: Pragmático e orientado a produtividade. A fala reduz a promessa de substituição e enfatiza adoção do time.

PRAGMÁTICA

Arena Inteligência Pragmática

Workshops de execução: agentes, apps, Skip, jurídico e Ethos.

Dia 01 · 31 de julho6 segmentos
01
PRAGMÁTICA · DIA 01 · Workshop

Fundamentos de IA generativa para usar melhor o One

Lucas Dias · Elite Adapta

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DIA 01WorkshopBlocos 01–03 · manhãevidência primária

Lucas transforma uso de IA em uma rotina de contexto, instrução, referência e verificação. Ele demonstra prompt mínimo viável, áudio, documentos, planilhas, configuração global, skills e escolha de modelo dentro do Adapta One.

Base da leitura: Transcrição direta; nome apresentado no palco

Conteúdo da talk

  • A IA trabalha com os ingredientes que recebe; qualidade de contexto limita qualidade de resposta.
  • Chats menores, documentos bem preparados e instruções globais reduzem repetição e confusão.
  • A IA deve melhorar a planilha, não substituir a conferência da planilha.
  • O usuário precisa desenvolver discernimento para avaliar se a resposta atende ao pedido.

Dados citados

  • A recomendação prática é limitar conversas a cerca de 20–30 interações quando possível.
  • O One é descrito com três variações/rotas para equilibrar velocidade, qualidade e adequação de tarefa.

Produto / operação

  • Onboarding é tratado como parte do produto, não como documentação opcional.
  • Áudio e configuração global reduzem fricção e aproximam o usuário não técnico.
  • Skills e experts transformam boas práticas em ativos reutilizáveis.

Público / discurso

  • Profissionais de escritório, especialistas de domínio, advogados, gestores e operadores.
  • Usuário que já experimentou ChatGPT, mas ainda trabalha de forma improvisada.
  • Público interessado em produtividade individual antes de automação de empresa.

Tom: Professoral, acolhedor e operacional. O produto aparece como lugar seguro para aprender fundamentos e experimentar.

02
PRAGMÁTICA · DIA 01 · Workshop

Construindo um agente de atendimento no Skip

Patrick Martins, Felipe e Fabiano · Product Builders Skip

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DIA 01WorkshopBlocos 04–06 · manhãevidência primária

A equipe constrói um agente para site/atendimento com três blocos: identidade e comportamento, contexto/memória e regras de execução. O público vê template, base de conhecimento, conexão ao site e possibilidade de CRM/pipeline.

Base da leitura: Transcrição direta; equipe e produto identificados

Conteúdo da talk

  • Agente não é apenas chatbot: precisa de contexto, comportamento e ações.
  • O conhecimento da empresa é separado do modo de agir do agente.
  • O template reduz o tempo até o primeiro resultado; a personalização acontece depois.
  • O mesmo agente pode alimentar pipeline e registrar leads, conectando atendimento a operação.

Dados citados

  • O workshop oferece um agente implantável com código simples no site.
  • A demonstração usa atendimento de clínica e pipeline de leads como exemplos; não apresenta benchmark de conversão.

Produto / operação

  • Skip é posicionado como web builder + agent builder, com onboarding assistido por builders humanos.
  • Templates e Product Builders formam um canal híbrido de produto e serviço.
  • A abstração é poderosa para PMEs, mas aumenta a necessidade de limites, logs e testes.

Público / discurso

  • Clínicas, negócios locais, e-commerce e empresas sem equipe de engenharia.
  • Usuários que querem atendimento 24/7 e uma primeira camada de pré-qualificação.
  • Empreendedores que têm site e processo, mas não infraestrutura de software.

Tom: Hands-on, coletivo e tranquilizador. A equipe fica no palco para reduzir medo técnico e mostrar que alguém ajuda quando a construção trava.

03
PRAGMÁTICA · DIA 01 · Workshop

Do problema ao produto: construção de sistemas no Skip

Bruno Furtado + Romário Melo · Skip

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DIA 01WorkshopBlocos 06–11 · manhãevidência primária

Bruno e Romário mostram a construção de uma vitrine de café e depois estruturam o raciocínio de produto: usuário, problema, fluxo, dados, regras, front-end e back-end. O ponto é ensinar a pedir um sistema com intenção, não apenas pedir “faça um app”.

Base da leitura: Transcrição direta; demonstrações e retrospectiva da arena

Conteúdo da talk

  • Produto começa em usuário e problema, antes de tela e código.
  • Banco de dados, permissões e integrações precisam entrar no raciocínio desde o início.
  • O modelo pode iterar e sugerir próximos passos, mas o dono deve escolher o que é prioridade.
  • Vibe coding é mais forte quando o domínio do usuário é específico.

Dados citados

  • A demonstração inclui catálogo, estoque, perfil administrativo e API externa de clima.
  • A arena cita MCP, terminal e integrações como degraus de maturidade para construir sistemas.

Produto / operação

  • Skip tenta absorver requisitos, design, desenvolvimento e parte de QA numa única experiência.
  • A experiência de builder humano funciona como suporte e como pesquisa de produto.
  • O produto ganha valor quando preserva contexto entre conversa, código, dados e publicação.

Público / discurso

  • Founders, gestores de produto, profissionais de operações e especialistas de domínio.
  • Pessoas com hipóteses de software represadas por orçamento ou equipe técnica.
  • Também serve a devs que querem acelerar prototipagem e documentação.

Tom: Construtivo e exploratório. O discurso transforma arquitetura em algo conversável, sem esconder que existe complexidade abaixo da interface.

04
PRAGMÁTICA · DIA 01 · Palestra / oferta

Loops de valor na prática

Max Peters

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DIA 01Palestra / ofertaBlocos 12–14 · tardeevidência primária

Na Arena Pragmática, Max reforça a tese de loops com foco em implementação: localizar o gargalo, escolher um fluxo, construir um agente que aprende e só depois multiplicar para outros pontos da empresa.

Base da leitura: Transcrição direta; espelhamento do conteúdo da Arena Adapta

Conteúdo da talk

  • A empresa deve “cavar um poço” até encontrar valor mensurável, em vez de espalhar automações superficiais.
  • Loops conectam execução, avaliação, memória e melhoria.
  • Multimodelo, ferramentas e memória composta são requisitos para autonomia útil.
  • A oferta Native é apresentada como caminho guiado para evitar tentativa e erro organizacional.

Dados citados

  • A oferta inclui 96–100 vagas, entrada de R$ 2 mil e acesso a programa, treinamento e ferramenta interna; os valores são claims de palco.
  • A fala reforça que o sistema deve seguir o cliente até obter resposta, resultado ou próximo ciclo.

Produto / operação

  • One, Skip e ETOS são apresentados como uma progressão de amplificação, sistematização e autonomia.
  • O produto é cada vez menos um chat e cada vez mais uma camada operacional da empresa.
  • O serviço protege o cliente da complexidade de mapear e manter loops.

Público / discurso

  • Fundadores e empresas com volume suficiente para justificar transformação de processo.
  • Líderes que precisam de um método para priorizar IA.
  • Usuário casual fica fora do centro da oferta.

Tom: Categoria própria + urgência. O discurso nomeia uma nova unidade de trabalho e usa o medo de ficar para trás para acelerar decisão.

05
PRAGMÁTICA · DIA 01 · Palestra + demonstração

IA aplicada ao escritório jurídico

Danilo Costa · Costa Law / CLA Digital

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DIA 01Palestra + demonstraçãoBlocos 15–18 · tardeevidência primária

Danilo demonstra soluções jurídicas construídas no Skip: bússola jurídica, atendimento, sentinela e controle de prazos. O diferencial do case é integrar WhatsApp, e-mail, Slack, Google Drive e monitoramento judicial para gerar uma visão 360° do cliente e do processo.

Base da leitura: Transcrição direta; nome, empresa e demonstrações identificados

Conteúdo da talk

  • O advogado não é substituído; a IA reduz trabalho manual e desloca o profissional para revisão e julgamento.
  • O valor aumenta quando a IA lê histórico disperso e devolve contexto na hora da decisão.
  • Produto vertical precisa combinar linguagem, ética, fontes e fluxo de trabalho.
  • A construção iterativa — primeira versão, melhoria, rebrand, integrações — é mais importante que o prompt inicial.

Dados citados

  • A apresentação cita que 94% dos órgãos do Judiciário já usam IA; a fonte não foi especificada no áudio.
  • O produto mostrado é descrito como uma página HTML responsiva e como uma solução construída em minutos, com próximos passos de banco, autenticação e integrações.

Produto / operação

  • Skip é vendido como plataforma para transformar expertise jurídica em software vertical.
  • A experiência mostra valor de templates, mas também a necessidade de fontes e validação.
  • Integrações são apresentadas como próxima camada de valor, especialmente CNJ, agenda, e-mail e comunicação interna.

Público / discurso

  • Advogados, escritórios empresariais e profissionais de serviços regulados.
  • Usuários com alta carga documental e custo alto de erro ou atraso.
  • Persona inicial tem domínio profundo e quer encapsular método em ferramenta.

Tom: Autoridade de especialista com demonstração concreta. O palco usa sofisticação visual e linguagem de serviço premium para elevar a percepção de valor.

06
PRAGMÁTICA · DIA 01 · Painel / demonstração de produto

ETOS: do chat à autonomia operacional

Jean, Alan e Romário · fundadores de Skip/ETOS

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DIA 01Painel / demonstração de produtoBlocos 18–20 · encerramentoevidência primária

O painel apresenta ETOS como camada persistente e autônoma, em contraste com One e Skip. A equipe explica que One amplifica, Skip sistematiza e ETOS fecha loops com contexto, memória, ferramentas e decisões; a integração com Skip permite analisar aplicações e sugerir melhorias.

Base da leitura: Transcrição direta; painel final e retrospectiva da arena

Conteúdo da talk

  • A autonomia é construída sobre memória e conexões, não apenas sobre um modelo mais inteligente.
  • O produto precisa escolher o melhor nível de intervenção para cada problema.
  • ETOS é generalista e pode precisar de ciclos de tentativa e erro; One e Skip têm especialidades mais claras.
  • A experiência do próprio time — arquitetura, revisão, inspeção — é usada como prova de mudança no trabalho técnico.

Dados citados

  • O painel diz que ETOS não estava possível meses antes, reforçando a velocidade de mudança de categoria.
  • É citada integração com aplicações Skip para identificar gargalos, sugerir melhorias e realizar conexões.
  • Os fundadores recomendam acompanhar a evolução mesmo quando a empresa ainda não está pronta para autonomia.

Produto / operação

  • Portfólio em três degraus com funções complementares, não apenas planos mais caros.
  • ETOS é um sistema operacional de processos; Skip é software builder; One é assistência de conhecimento.
  • Guardrails e rollout gradual são reconhecidos como necessários para abrir a ferramenta.

Público / discurso

  • Empresas que já passaram da experimentação individual para processos multiárea.
  • Líderes de tecnologia, operações e produto.
  • Clientes curiosos podem entrar pela ferramenta mais simples e evoluir com maturidade.

Tom: Insider, técnico e antecipatório. O palco cria expectativa de roadmap e vende acesso a uma nova fronteira.

Dia 02 · 1º de agosto5 segmentos
D2-01
PRAGMÁTICA · DIA 02 · Workshop

Fundamentos de IA generativa na prática

Lucas Dias

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DIA 02WorkshopBlocos 00–02 · manhãevidência primária

Lucas Dias organiza o uso do One em três pilares: modelo, informação ou contexto e instrução. A demonstração percorre contexto pessoal e profissional, arquivos, planilhas, documentos, áudio, experts e skills para mostrar como sair de pedidos vagos e chegar a um resultado repetível.

Base da leitura: Transcrição direta; apresentação e demonstrações identificadas

Conteúdo da talk

  • Escolher modelo é apenas uma parte; contexto e instrução determinam boa parte da qualidade.
  • Contexto pode ser construído manualmente, pesquisado pela IA, mantido em projeto ou incorporado a uma skill.
  • Para documentos longos, é mais seguro decompor o trabalho: extrair cláusulas ou fatos primeiro e analisar depois.
  • A palestra sugere usar a IA para editar, calcular, gerar fórmulas e gráficos, mas manter conferência humana sobre os resultados.

Dados citados

  • A sessão menciona uma janela prática de 20–30 interações para manter uma conversa utilizável, como referência do palestrante.
  • São citados exemplos de documentos jurídicos com milhares de páginas e um caso em que o trabalho teria caído para um terço do tempo; claims demonstrativos.
  • A fala estima que boa especificação também reduz uso de tokens, sem apresentar benchmark independente.

Produto / operação

  • One é apresentado como camada de conhecimento e execução assistida, com projects, contexts, experts e skills.
  • O produto tenta transformar método de uso em recursos persistentes para reduzir repetição.
  • A educação sobre contexto funciona como onboarding e como defesa contra a expectativa de resposta mágica.

Público / discurso

  • Profissionais que trabalham com documentos, planilhas, contratos, marketing e análise.
  • Usuários de negócio que querem aplicar IA sem se tornar desenvolvedores.
  • Tom de oficina, com demonstração passo a passo e convite para testar durante o evento.

Tom: Didático e operacional. O palco reduz a complexidade, mas mantém a exigência de revisão e especificação.

D2-02
PRAGMÁTICA · DIA 02 · Palestra / demonstração

Contexto empresarial e dados para decidir melhor

Pedro Augusto · Nect

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DIA 02Palestra / demonstraçãoBlocos 02–04 · manhãevidência primária

Pedro Augusto apresenta a fragmentação de dados como barreira para agentes e inteligência de negócio. A demonstração conecta marketing, vendas, CRM e financeiro, padroniza definições e monta no Skip um dashboard para acompanhar receita, caixa, CAC, ticket, canais e conversão.

Base da leitura: Transcrição direta; introdução, case e dashboard identificados

Conteúdo da talk

  • A mesma palavra, como receita, pode ter significados diferentes em marketing, vendas, financeiro e BI.
  • A solução é apresentada em quatro etapas: extração e orquestração, camada semântica, conexão ao agente e visualização ou aplicação.
  • A IA deve construir fórmulas, consultas e gráficos que possam ser conferidos, em vez de entregar números sem rastreabilidade.
  • Contexto específico da empresa é tratado como diferencial quando os modelos públicos se aproximam em qualidade.

Dados citados

  • Pedro afirma ter escalado uma empresa de zero a 100 pessoas antes da aquisição e apresenta a Nect como fundada em 2024.
  • As fontes citadas na demonstração incluem Meta Ads, Google Ads, CRM, financeiro e Supabase.
  • O dashboard exibido inclui receita, resultado líquido, saldo de caixa, CAC, ticket médio, retorno de mídia, canais e taxas de conversão; os valores mostrados não foram preservados como benchmark.

Produto / operação

  • Skip aparece como builder para a camada de aplicação; Nect como camada de unificação e semântica de dados.
  • A oportunidade não está só em perguntar ao banco, mas em padronizar definições e conectar fontes com permissões.
  • Dashboards e agentes são apresentados como duas interfaces para o mesmo contexto operacional.

Público / discurso

  • Fundadores, gestores e times de marketing, vendas, finanças e operações.
  • Empresas que já geram dados, mas os mantêm espalhados em ferramentas e planilhas.
  • Discurso de dados aplicado, com menos foco em modelo e mais em contexto organizacional.

Tom: Analítico e demonstrativo. A fala vende infraestrutura de contexto como condição para decisões com evidência.

D2-03
PRAGMÁTICA · DIA 02 · Demonstração / workshop

Do problema ao aplicativo com Skip e Ethos

Rodrigo Terron

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DIA 02Demonstração / workshopBlocos 05–07 + continuação no novo linkevidência primária

Rodrigo Terron demonstra como transformar uma ideia em aplicativo usando especificação, Ethos e Skip. O exemplo começa com um diagnóstico de maturidade em IA e evolui para projeto, banco, autenticação, perfis, dashboard e integração. A continuação do recorte mostra normalização de planilha, permissões e limites do processo não determinístico.

Base da leitura: Transcrição direta; anúncio de palco e continuação no link de substituição identificados

Conteúdo da talk

  • A primeira aplicação deve ser estreita e pessoal o bastante para gerar confiança antes de entrar em processos críticos.
  • Especificação objetiva, referências visuais e restrições são usadas para orientar a construção sem escrever código manualmente.
  • Transformar planilha em sistema exige normalização, importação, regras de acesso e validação dos dados.
  • O Skip pode acelerar a construção, mas erros de rede, dados ou interpretação ainda exigem diagnóstico e, em alguns casos, ajuda de builders.

Dados citados

  • Rodrigo menciona um fundo de R$ 40 milhões e cerca de 20 projetos próprios em diferentes estágios de construção.
  • Em um diagnóstico ao vivo, 300 pessoas responderam; a leitura apresentada indicou 42% empreendedores, 16% gestores, 15% profissionais liberais e 12% analistas ou especialistas.
  • O mesmo diagnóstico apontou 26% sem saber por onde começar com IA e destacou financeiro ou administrativo como dor recorrente; são dados da plateia, não do mercado.

Produto / operação

  • Ethos é mostrado como camada de especificação e coordenação; Skip como projeto, banco, aplicação e autenticação.
  • O produto combina construção rápida com consultoria de builders quando a normalização ou a arquitetura trava.
  • Limites de storage, custo e confiabilidade aparecem como parte da experiência e do futuro modelo de créditos.

Público / discurso

  • Empreendedores, operadores e pessoas que querem criar software sem voltar a uma carreira de desenvolvimento.
  • Empresas que têm planilhas e processos manuais, mas ainda não têm especificação ou equipe técnica.
  • Tom acessível e mão na massa, com prova ao vivo e exposição dos erros da demonstração.

Tom: Acessível, experimental e orientado a construção. O discurso reduz a barreira de entrada sem esconder que produto exige estrutura.

D2-04
PRAGMÁTICA · DIA 02 · Workshop

IA no consultório e leitura crítica de evidências

Paulo Muzy

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DIA 02WorkshopContinuação no novo link · tardeevidência primária

Paulo Muzy mostra como usa IA para organizar prontuários, prescrições, pedidos e histórico de pacientes em medicina esportiva e ortopedia. A parte mais relevante não é a geração automática, mas a combinação de contexto clínico, transcrição, revisão e leitura crítica de artigos.

Base da leitura: Transcrição direta; oficina médica e transição para Felipe Martins identificadas

Conteúdo da talk

  • Laudos e pedidos precisam conciliar prontuário, contexto clínico e linguagem aceita por convênios.
  • A IA pode organizar uma consulta e destacar pontos para revisão, mas não substitui decisão médica nem validação do prontuário.
  • Experts e instruções customizadas são usados para trabalhar com diferentes objetivos: registro, análise de dieta e treino e revisão de literatura.
  • Na leitura de estudos, o assistente ajuda a procurar heterogeneidade clínica, desfechos substitutos, amostra pequena, seleção e viés de publicação.

Dados citados

  • A apresentação menciona mais de 7 milhões de seguidores do médico no Instagram e mais de cinco pós-graduações; claims de apresentação.
  • É citado o problema de pedidos de até 40 sessões de fisioterapia em cirurgias de ombro, como exemplo de complexidade documental.
  • O artigo discutido trata de hormônio do crescimento em contexto ortopédico; foram citados aumento de IGF-1, massa magra e força isométrica como desfechos diferentes de melhora funcional sustentada.

Produto / operação

  • Adapta é usada como ambiente de experts, contexto e instruções; Clinical Experts aparece como sistema de prontuário do consultório.
  • O caso mostra uma vertical regulada em que fontes, revisão e limites importam mais do que fluência.
  • A aplicação mais forte é assistente especializado com histórico e critérios, não chatbot médico genérico.

Público / discurso

  • Médicos, clínicas, profissionais de saúde e especialistas que trabalham com informação sensível e grande carga documental.
  • Também alcança profissionais que precisam traduzir evidência para decisões práticas.
  • Tom pessoal e bem-humorado, equilibrado por alertas contra excesso de confiança na IA.

Tom: Didático, informal e crítico. O humor atrai, mas a conclusão insiste em revisão e responsabilidade profissional.

D2-05
PRAGMÁTICA · DIA 02 · Palestra

Produção audiovisual com IA: repertório antes do prompt

Felipe Martins

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DIA 02PalestraContinuação no novo link · encerramentoevidência primária

Felipe Martins apresenta produção de imagens e vídeos com IA a partir de intenção, repertório, referência cinematográfica, direção de arte, curadoria e edição. A mensagem é que o prompt é uma parte pequena do processo; o resultado depende de escolhas humanas antes e depois da geração.

Base da leitura: Transcrição direta; apresentação, demonstrações e encerramento identificados

Conteúdo da talk

  • Referências de filmes, lentes, movimentos de câmera, cor e composição ajudam a sair de imagens genéricas.
  • ShotDeck e iCandy são usados como bibliotecas de repertório e linguagem audiovisual.
  • Nano Banana, Midjourney, C Dream e CapCut aparecem em etapas diferentes: personagens, cenários, testes e edição.
  • A geração produz volume; curadoria, continuidade, montagem e direção determinam se o material conta uma história.

Dados citados

  • O palestrante descreve uma produção híbrida para Balduco em parceria com a Netflix, combinando captação tradicional e IA; o case não traz métricas completas no áudio.
  • É citado que trabalhos audiovisuais tradicionais exigiam equipes grandes e prazos longos; a comparação é qualitativa, não um benchmark.
  • O filme demonstrado teria passado por milhares de gerações até encontrar material utilizável; claim de processo do estúdio.

Produto / operação

  • A plataforma pode reduzir a barreira de prototipagem, mas não substitui direção, repertório e pós-produção.
  • A combinação de modelos por etapa é mais útil que a busca por um modelo único para tudo.
  • A palestra posiciona ferramentas acessíveis como entrada e preserva serviços especializados para acabamento e produção profissional.

Público / discurso

  • Publicitários, creators, estúdios, equipes de marketing e profissionais que precisam testar conceitos visuais.
  • Também fala com iniciantes que ainda não produziram imagem ou vídeo com intenção clara.
  • Tom de craft e autoria, com crítica à produção automática sem ponto de vista.

Tom: Prático e reflexivo. A demonstração de ferramentas é acompanhada de uma defesa de repertório, autoria e critério.

PLENÁRIA

Plenária

Visão de mercado, palco principal, parceiros e discurso institucional.

Dia 01 · 31 de julho12 segmentos
01
PLENÁRIA · DIA 01 · Abertura

Abertura: amplificar antes de contratar

Max Peters + mestre de cerimônias

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DIA 01AberturaBlocos 03–05 · início do eventoevidência primária

A abertura enquadra o Summit como encontro de execução empresarial: IA não como espetáculo, mas como ferramenta para aumentar capacidade antes de ampliar estrutura. O evento separa campo das ideias e campo da prática.

Base da leitura: Transcrição direta + agenda oficial

Conteúdo da talk

  • O dono da empresa é apresentado como pessoa capaz de identificar gargalos por conhecer todos os cantos da operação.
  • A promessa central é fazer mais com o mesmo time, antes de adicionar pessoas.
  • O tom do evento depende de energia, participação e sensação de acesso a bastidores.

Dados citados

  • O público é estimulado a participar de exercícios e a agenda é apresentada como um dia inteiro de conteúdo.
  • A fala menciona milhares de pessoas no evento, mas a contagem exata varia no áudio.

Produto / operação

  • Abertura transforma produtos em parte de uma tese de gestão, não em software isolado.
  • A divisão Plenária/Arenas cria funil: visão no palco principal, execução nas arenas.
  • A promessa de prática prepara o público para workshops e ofertas.

Público / discurso

  • Fundadores, C-levels, diretores, heads e donos de negócio — perfil descrito na página oficial do evento.
  • Profissionais com poder de decisão e capacidade de colocar algo em prática imediatamente.

Tom: Grandioso, inclusivo e urgente. A marca se apresenta como movimento empresarial, não apenas conferência de tecnologia.

02
PLENÁRIA · DIA 01 · Painel

A nova economia do crescimento

Max Peters, Guilherme Benchimol e Cristhiano Faé

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DIA 01PainelBlocos 05–07 · manhãevidência primária

O painel debate como empreendedores, tecnologia e responsabilidade mudam a escala de empresas. A ideia de “amplificar antes de contratar” se conecta a agência, decisão e accountability dentro das organizações.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição; limites de fala inferidos por transição

Conteúdo da talk

  • IA reduz o custo de testar ideias, mas aumenta a responsabilidade de quem decide onde aplicá-la.
  • A empresa precisa transferir agência para pessoas capazes de agir, não centralizar toda decisão.
  • Serviço excepcional e diferenciação continuam importantes mesmo quando a tecnologia fica mais barata.
  • Crescimento é tratado como combinação de time, método, tecnologia e execução.

Dados citados

  • O áudio fala de quase 5 mil participantes em um exercício, usado para demonstrar dificuldade de reconhecer uma resposta correta sem contexto.
  • Não foram usados números adicionais como benchmarks, pois a fala está misturada a dinâmica de palco.

Produto / operação

  • Adapta vende inteligência como capacidade de decisão e não apenas como geração de texto.
  • A narrativa aproxima produto de liderança e estratégia, aumentando ticket potencial.
  • A presença de Benchimol funciona como prova de relevância empresarial.

Público / discurso

  • Lideranças que decidem investimento, contratação e transformação.
  • Empreendedores e gestores que precisam traduzir IA em vantagem operacional.

Tom: Executivo e provocativo. Mistura referências de negócios, exercícios com a plateia e afirmações de futuro.

03
PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra

Humano, não máquina

Andrea Iorio

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DIA 01PalestraBlocos 07–09 · manhãevidência primária

Andrea argumenta que humanização, discernimento e educação se tornam mais importantes quando a tecnologia é abundante. A palestra usa exemplos de cultura, comportamento e liderança para mostrar que IA não substitui conexão, contexto e responsabilidade.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição; título e conteúdo alinhados

Conteúdo da talk

  • Quando conteúdo vira commodity, confiança e interpretação passam a diferenciar.
  • Educação gratuita pode virar ativo de aquisição quando tem posicionamento e consistência.
  • O líder precisa preservar habilidades humanas: discernimento, comunicação, empatia e decisão.
  • Usar IA para produzir mais não basta se a mensagem não constrói relação.

Dados citados

  • A pesquisa citada reúne 247 líderes de RH e pergunta sobre contratação de pessoas na era da IA; o recorte e o método não aparecem completos no áudio.
  • Exemplos de produtos e celebridades são usados como ilustrações de humanização, não como evidência causal.

Produto / operação

  • O produto é enquadrado como amplificador de pessoas, não como operador sem rosto.
  • A tese apoia uma camada de educação, comunidade e orientação sobre a ferramenta.
  • Marca e experiência passam a ser parte da defensibilidade.

Público / discurso

  • Líderes de pessoas, marketing, educação e atendimento.
  • Profissionais que precisam manter diferenciação humana em processos automatizados.

Tom: Inspiracional, humanista e narrativo. Contrabalança o discurso de velocidade com medo de desumanização.

04
PLENÁRIA · DIA 01 · Painel

O novo manual do DTC e da aquisição por conteúdo

Patrick Peters, Renato Cariani e convidados

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DIA 01PainelBlocos 09–11 · meio do diaevidência primária

O painel conecta creator economy, conteúdo gratuito, aquisição e distribuição. A mensagem é que a IA barateia produção, mas o resultado depende de produto, audiência, funil e execução comercial.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição; segmentação aproximada

Conteúdo da talk

  • Conteúdo educativo pode funcionar como ativo de aquisição, desde que tenha posicionamento claro.
  • Creator-led growth exige converter atenção em relacionamento, CRM e oferta.
  • O produto deve estar pronto para escoar a demanda criada; caso contrário, alcance vira gargalo.
  • A integração de conteúdo com Skip/Adapta sugere uma cadeia completa, de ideação a operação.

Dados citados

  • A fala menciona que um perfil de negócio pode usar educação gratuita em redes sociais para formar base de aquisição.
  • Números de audiência do Cariani aparecem no case próprio e não devem ser atribuídos ao painel inteiro.

Produto / operação

  • A plataforma é apresentada como infraestrutura para criar, testar e operacionalizar aquisição.
  • Parceiros e creators funcionam como canais de distribuição e validação social.
  • A oferta vai além do chat quando conecta conteúdo, funil e atendimento.

Público / discurso

  • Experts, marcas de consumo, infoprodutos e negócios com distribuição própria.
  • Times pequenos que precisam escalar conteúdo e vendas simultaneamente.

Tom: Comercial, social-first e demonstrativo. Mistura bastidor de creator com tese de crescimento.

05
PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra

Agentes e a responsabilidade do dono da operação

Anderson Soares

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DIA 01PalestraBlocos 10–12 · início da tardeevidência primária

A palestra explica agentes como sistemas que conectam contexto, instruções, ferramentas e execução. A tese mais relevante para produto é que o melhor profissional de IA é quem conhece o processo inteiro da empresa.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição; passagem inferida por conteúdo

Conteúdo da talk

  • Agente não é apenas uma resposta mais longa; ele precisa participar de um fluxo.
  • Conhecimento de processo é mais valioso que conhecimento abstrato de ferramenta.
  • O dono deve escolher onde IA entra, porque entende restrições e exceções da operação.
  • Treinar linguagem, contexto e comportamento é diferente de despejar dados num banco.

Dados citados

  • O áudio faz distinção explícita entre ensinar linguagem e armazenar informação; não há benchmark numérico confiável.
  • A fala trata agentes como camada de operação e não como promessa de funcionário mágico.

Produto / operação

  • Adapta One, Skip e ferramentas de agentes são apresentados como peças complementares.
  • A adoção depende de contexto organizacional e de um responsável interno.
  • A plataforma pode capturar método de processo, não só arquivos.

Público / discurso

  • Donos de negócio, heads de operações e pessoas que conhecem exceções do fluxo.
  • Empresas que querem implantar agentes em atendimento, vendas ou backoffice.

Tom: Prático e desmistificador. Usa linguagem de operação para tornar agentes compreensíveis a quem não é engenheiro.

06
PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra

IA no treinamento comercial

Caio Carneiro

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DIA 01PalestraBlocos 11–12 · tardeevidência primária

Caio traduz IA para o vendedor: equipar, não remover o humano. O vendedor “ciborgue” usa ferramentas para preparar, contextualizar, responder e aprender melhor, preservando relacionamento e julgamento.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição; conteúdo de vendas identificado

Conteúdo da talk

  • A barreira não é só ferramenta; é incorporar IA no comportamento diário do time.
  • O vendedor deve chegar mais preparado e fazer perguntas melhores, não apenas gerar texto.
  • Treinamento comercial pode ser contínuo quando conversas e resultados alimentam feedback.
  • A tecnologia deve entrar na mão do time sem retirar responsabilidade do líder.

Dados citados

  • Não foram encontrados números confiáveis no recorte transcrito; a sessão é predominantemente conceitual e provocativa.
  • A metáfora recorrente é equipar a pessoa com máquina, não colocar a pessoa dentro da máquina.

Produto / operação

  • A plataforma pode ocupar o espaço entre treinamento, playbook, preparação e revisão de calls.
  • O valor aumenta quando a IA conhece oferta, objeções, CRM e histórico.
  • O usuário não quer “chat”; quer prontidão antes da conversa e feedback depois.

Público / discurso

  • Times comerciais, líderes de vendas e donos de negócio.
  • Operações em que tempo de resposta, qualidade de follow-up e consistência importam.

Tom: Motivacional e direto. O discurso usa linguagem de performance, identidade e desafio.

07
PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra / oferta

Loops de valor e a tese de singularidade

Max Peters

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DIA 01Palestra / ofertaBlocos 12–14 · tardeevidência primária

Max conecta evolução de modelos, memória e ferramentas a uma mudança de arquitetura: empresas passam de chats e agentes isolados para loops persistentes que observam, executam, avaliam e melhoram.

Base da leitura: Transcrição direta + agenda oficial

Conteúdo da talk

  • A guerra entre modelos favorece uma camada multi-modelo que escolhe a melhor opção por tarefa.
  • Memória transparente aumenta o valor acumulado do uso.
  • A tecnologia interna de uma empresa nativa pode ficar à frente do produto público.
  • Native/ETOS aparece como serviço, ferramenta e comunidade para acelerar mudança.

Dados citados

  • A palestra cita Arena.ai/LLM Arena como forma de acompanhar evolução de modelos e menciona pesquisas com CEOs e clientes.
  • A oferta descreve ferramenta interna com treinamento, acesso antecipado e conexão a processos; valores comerciais aparecem na Arena, não aqui.

Produto / operação

  • O portfólio se torna uma plataforma de transformação: escolha de modelo, sistema, loop e serviço.
  • Memória e conectores são mais estratégicos do que uma lista de modelos.
  • A urgência de categoria ajuda a justificar expansão para planos e consultoria.

Público / discurso

  • Empresários que precisam decidir como a empresa vai operar nos próximos anos.
  • Líderes dispostos a criar um responsável interno e medir adoção.

Tom: Visionário e evangelizador. A palestra dá nome a uma mudança de era e posiciona a Adapta como guia.

08
PLENÁRIA · DIA 01 · Painel

Quem vai capturar o valor da nova economia

Max Peters, Manoel Lemos e Santiago Fossati

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DIA 01PainelBlocos 16–17 · depois do intervaloevidência primária

Investidores e empreendedores discutem capital, software e oportunidade no Brasil. O painel desloca o foco de construir modelos fundamentais para construir empresas e serviços que usem IA com escala.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição direta

Conteúdo da talk

  • A queda de custo dos modelos abre espaço para serviços com software e operação enxuta.
  • Empresas tradicionais podem se tornar nativas ao redesenhar atendimento, vendas e backoffice.
  • O diferencial brasileiro tende a estar na aplicação, distribuição e conhecimento de domínio.
  • Investimento acompanha capacidade de transformar tecnologia em unidade econômica.

Dados citados

  • A fala cita uma redução de custo de modelos do tipo GPT-4 em cerca de 300 vezes e crescimento de demanda superior a mil vezes; claim de palco sem fonte detalhada.
  • Também aparece a ideia de que um modelo fundamental pode custar centenas de milhões de dólares para treinar.
  • Exemplos de assessorias e consultorias são usados para ilustrar aumento de pessoas atendidas por profissional.

Produto / operação

  • Consultoria e service-with-software aparecem como caminho de captura de valor.
  • A plataforma pode ser vendida como alavanca para empresas de serviço, não só para software companies.
  • O papel de investidor reforça a possibilidade de parceiros e ecossistema.

Público / discurso

  • Founders, investidores, empresas de serviço e operadores que querem escalar sem contratar linearmente.
  • Empresas brasileiras em setores tradicionais.

Tom: Estratégico, macroeconômico e otimista. Conecta a transformação de IA ao destino do empreendedor brasileiro.

09
PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra

IA e desenvolvimento tecnológico do Brasil

Anderson Correia · IPT / ITA

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DIA 01PalestraBlocos 17–18 · fim da tardeevidência primária

Anderson conecta IA, educação, matemática, infraestrutura e indústria. A palestra usa IPT, 5G, robótica, baterias e inovação aplicada para defender que o Brasil deve formar pessoas e transformar pesquisa em capacidade produtiva.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição direta

Conteúdo da talk

  • Educação matemática aparece como infraestrutura de longo prazo para IA.
  • Adoção de IA não substitui investimento em pesquisa, conectividade e indústria.
  • Institutos e empresas precisam trabalhar em ciclos mais curtos de transferência tecnológica.
  • O tema amplia o público do Summit para além de marketing e produtividade.

Dados citados

  • São citados projetos envolvendo IPT, Vale, 5G, robótica e reciclagem de baterias com Tupy; os detalhes são exemplos de palco.
  • O áudio menciona gráficos relacionando desempenho em matemática e PIB per capita, sem apresentar o dataset completo.

Produto / operação

  • Adapta usa autoridade institucional e parceiros para legitimar IA como agenda de desenvolvimento.
  • Há espaço para produtos educacionais, corporativos e de capacitação técnica.
  • Parcerias institucionais podem ampliar distribuição e credibilidade.

Público / discurso

  • Educadores, líderes de inovação, indústria, governo e executivos.
  • Público que pensa em capacidade nacional, não apenas produtividade pessoal.

Tom: Institucional, técnico e patriótico. A marca se associa à construção do futuro tecnológico do país.

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PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra

Alibaba, IA e a velocidade do comércio

Wiliam Tang

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DIA 01PalestraBlocos 18–19 · fim da tardeevidência primária

Wiliam apresenta China e Alibaba como laboratório de velocidade, variedade, logística e comércio assistido por IA. A tese é que produto, sourcing, conteúdo, dados e entrega se fundem numa experiência muito mais curta.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição direta

Conteúdo da talk

  • A competição não é apenas entre lojas; é entre sistemas completos de descoberta, compra e entrega.
  • Base de dados e variedade de SKUs criam oportunidades de nicho que marketplaces locais não cobrem.
  • Live commerce e criadores transformam conteúdo em canal transacional.
  • A IA atua no sourcing, plano de negócio, catálogo, imagens e operação, não apenas no atendimento.

Dados citados

  • A fala compara 40 dias de entrega China–Brasil com quatro dias em um caso de operação otimizada.
  • São citados 50 mil km de trem-bala na China, construção de uma estação em nove horas e 10 milhões de usuários em nove meses em um aplicativo.
  • Também aparece a afirmação de que Alibaba seria três vezes a Amazon; tratar como narrativa comercial do palco, não como dado verificado.

Produto / operação

  • Parceiros de distribuição e dados ampliam o universo de casos de uso para a plataforma.
  • Adapta associa IA a operações concretas de comércio, não somente a texto.
  • Oportunidade de marketplace, conectores e agentes de e-commerce aparece claramente.

Público / discurso

  • Lojistas, criadores, importadores, empreendedores e profissionais de e-commerce.
  • Público interessado em reduzir fricção entre conteúdo, compra e entrega.

Tom: Acelerado, comparativo e orientado a oportunidade. Usa a China como choque de realidade e convite a agir antes do mercado.

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PLENÁRIA · DIA 01 · Palestra

Vibe Marketing: conteúdo e IA como motor de crescimento

Fernando Miranda

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DIA 01PalestraBloco 20 · noiteevidência primária

Fernando defende que conteúdo gerado com IA não é ruim por natureza; ruim é conteúdo sem ideia, execução ou distribuição. A palestra volta ao gargalo, à cadência de testes e ao encaixe entre atenção, produto e vendas.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição direta

Conteúdo da talk

  • A IA torna barato testar muitas peças; o diferencial passa a ser critério e volume de aprendizado.
  • O gargalo de marketing pode sair de exposição para agendamento, qualificação ou capacidade de atendimento.
  • Ganhar seguidores não resolve um produto ou processo comercial fraco.
  • Conteúdo precisa ser avaliado por impacto no negócio, não apenas por views.

Dados citados

  • É citada uma pesquisa informal dos dez conteúdos mais vistos do mundo em julho, com sete feitos por IA; o método não é apresentado.
  • Um vídeo de IA com 800 milhões de visualizações é usado como exemplo de escala de distribuição.
  • O palestrante usa casos de capacidade comercial e produção de anúncios para ilustrar o efeito de gargalo.

Produto / operação

  • Adapta aparece como máquina de testar e multiplicar criativos.
  • A ferramenta só gera valor quando ligada a produto, CRM, SDR e conversão.
  • A mensagem abre espaço para uma camada de diagnóstico de gargalo de marketing.

Público / discurso

  • CMOs, founders, times de marketing, creators e negócios que já investem em mídia.
  • Empresas que precisam transformar atenção em reuniões ou vendas.

Tom: Provocativo, anti-desculpa e performático. A IA é apresentada como parceira; a responsabilidade pelo resultado fica com o operador.

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PLENÁRIA · DIA 01 · TED / painel de cases

Técnicas de empresas disruptivas

Rodrigo Tognini, Cadu Guerra e Mateus Mendes

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DIA 01TED / painel de casesBlocos 20–21 · encerramento da liveevidência primária

O encerramento reúne casos de crescimento, conteúdo, cultura e operação. Cadu fala de multiplicar faturamento e margem; Mateus mostra IA no centro de uma empresa regulada, com engenharia, identidade e automação como cultura.

Base da leitura: Agenda oficial + transcrição; atribuição por sequência de palco

Conteúdo da talk

  • A métrica correta é o gargalo que move a empresa, não o indicador mais visível.
  • Cultura de IA exige liderança, metas, orçamento, contratação técnica e exemplo do fundador.
  • A empresa precisa transformar experimentos em agentes implementados e em hábito operacional.
  • IA aumenta eficiência de times técnicos quando combinada com revisão humana; não elimina engenharia.

Dados citados

  • Um case cita triplicar faturamento e margem e alcançar 45 milhões de visualizações mensais.
  • Outro case menciona mais de R$ 90 bilhões movimentados, 30 milhões de faces associadas a CPF, mais de 1 bilhão de verificações faciais por ano, 85% de conversão e 150 empresas ativas.
  • Também são citados 80% de código novo de produção escrito com IA, uma empresa de 200 pessoas, orçamento de R$ 1 milhão com apenas 5% usado e meta de 100 agentes em seis meses. São claims dos cases, não auditados aqui.

Produto / operação

  • Adoção corporativa aparece como combinação de software, consultoria, metas e mudança cultural.
  • Proof points de parceiros dão legitimidade ao produto e ajudam a vender para enterprise.
  • O discurso mostra uma oportunidade para plataforma medir uso, ROI e maturidade por área.

Público / discurso

  • Founders, líderes de tecnologia, marketing e operações; empresas reguladas e com escala.
  • Público que quer benchmark e autorização interna para acelerar IA.

Tom: Clímax de prova social. O evento termina com histórias de crescimento e uma mensagem de urgência operacional.

Dia 02 · 1º de agosto2 segmentos
D2-01
PLENÁRIA · DIA 02 · Palestra

A internet depois da IA

Lucas Rizzotto

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DIA 02PalestraBlocos 04–06 · manhãevidência primária

Lucas Rizzotto discute quatro crises provocadas pela IA na internet: informação, conteúdo sintético, segurança e concentração de poder. A resposta proposta não é produzir mais do mesmo, mas construir experiências, comunidades e produtos que mantenham relação direta com a audiência.

Base da leitura: Transcrição direta; apresentação, exemplos e transição identificados

Conteúdo da talk

  • O Google AI Overview é usado como exemplo de captura de resposta e redução do tráfego que sustentava o ecossistema aberto.
  • A abundância de conteúdo sintético desloca o valor para ponto de vista, curadoria, comunidade e experiências difíceis de automatizar.
  • Criadores são aconselhados a possuir o contato com a audiência — e-mail ou telefone — em vez de depender apenas do feed.
  • Agentes tornam a web mais ocupada e mais vulnerável a invasões, spam e centralização por grandes plataformas.

Dados citados

  • O palestrante afirma que o tráfego do primeiro resultado caiu 79% e que sites grandes, com mais de 100 mil visitas, perderam 22%; a base não é especificada.
  • São citadas estimativas de conteúdo gerado por IA em 50% dos vídeos do TikTok, 21% do YouTube, 41% da música do Spotify e 82% dos livros de medicina doméstica; tratar como números de palco.
  • A fala menciona um marco em que haveria mais robôs do que pessoas usando a internet; não foram dados definição nem fonte.

Produto / operação

  • A tese implica que produto digital precisa criar relação própria, memória de comunidade e experiências além do feed.
  • Agentes podem servir o usuário ou ampliar a concentração de plataformas; governança e distribuição passam a ser parte do produto.
  • O discurso desloca a competição de geração de conteúdo para diferenciação e propriedade da audiência.

Público / discurso

  • Criadores, artistas, construtores de produtos digitais e empresas dependentes de tráfego de plataformas.
  • Público que precisa preservar autoridade, comunidade e distribuição num ambiente de conteúdo abundante.
  • Tom crítico à concentração em Big Tech, mas com foco em ação e construção.

Tom: Provocativo e crítico. A fala usa exemplos de cultura e tecnologia para argumentar que o problema não é apenas o modelo, mas a estrutura de distribuição.

D2-02
PLENÁRIA · DIA 02 · Palestra

IA aplicada aos fundamentos do negócio

Joel Jota

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DIA 02PalestraBlocos 06–07 · manhãevidência primária

Joel Jota organiza o uso de IA a partir dos fundamentos do negócio: modelo, diferenciação, cliente, vendas, dinheiro, pessoas, operações, regras e marketing. A mensagem central é que a IA encontra padrões e acelera tarefas, mas não corrige uma pergunta ruim nem substitui o entendimento do negócio.

Base da leitura: Transcrição direta; transição a partir da fala de Lucas identificada

Conteúdo da talk

  • Antes de pedir uma resposta, o usuário precisa saber qual problema resolve, para quem e qual resultado emocional e social entrega.
  • Preço e valor são tratados como consequência do problema resolvido, não como atributo isolado do produto.
  • Plano é apresentado como sequência de tarefas; tecnologia acelera o processo, mas não é o processo.
  • A palestra fecha com critérios de desempate em marketing: resultado, execução, especialidade e autoridade percebida, recebida ou construída.

Dados citados

  • Não foram identificados benchmarks quantitativos sólidos no recorte; a sessão é conceitual e orientada a fundamentos.
  • A fala usa exemplos de vendas, equipe e operação, mas não os apresenta como estudo de caso auditado.

Produto / operação

  • IA é colocada como camada de aceleração sobre um modelo de negócio já compreendido.
  • O usuário-alvo não é um prompt engineer; é o empreendedor que precisa organizar decisões e execução.
  • A aplicação mais forte é preparação, análise e melhoria de processos, não geração isolada de texto.

Público / discurso

  • Empreendedores, donos de negócio, gestores e times que precisam vender e operar melhor.
  • Público menos técnico, mas responsável por decisões de produto e distribuição.
  • Tom de fundamentos e disciplina, com linguagem de vendas e gestão.

Tom: Direto e motivacional, com ênfase em responsabilidade do operador e clareza de negócio.

Seção final · Lumina

Lumina e a mudança de escopo da Adapta.

Os dois dias reforçam uma expansão em três dimensões: de chat para sistema de trabalho, de assinatura para implementação e de usuário individual para empresa. O Dia 02 acrescenta memória como infraestrutura, consultoria como construção de software, contexto empresarial como produto e especialistas verticais como porta de entrada.

O que mudou na AdaptaOne, Skip e ETOS aparecem como camadas complementares: amplificação, sistematização e autonomia. Consultoria, Native, builders, experts e eventos sustentam a adoção.
Implicação de produtoPara competir além de chat, a Lumina precisa combinar contexto persistente, workflows, conectores, critérios de qualidade, memória controlável e visibilidade de valor.
Implicação de negócioConsultoria pode ser uma porta de entrada: diagnóstico de processos, construção de software vertical, implementação acompanhada e métricas de resultado.
PosicionamentoDiscurso mais objetivo sobre trabalho, confiança e resultado; menos dependência de superlativos de modelo.
AudiênciaSeparar claramente caminhos para profissional, equipe e empresa, com onboarding e governança adequados.
PrioridadeEscolher duas ou três verticais em que contexto, integração e risco criem diferenciação real; saúde, jurídico e operações aparecem como exemplos concretos.
Fontes e limites

Base principal: transcrições locais geradas com Parakeet v3 a partir das capturas dos dois dias. A segmentação foi feita por transições de áudio, introduções, mudanças de tema e agenda pública. Os números de palco estão marcados como claims e não foram tratados como dados auditados. A transcrição foi produzida em blocos de 30 minutos, sem timecode por palavra; por isso este relatório não inclui frames de slides nem links para segundos específicos, evitando atribuir uma imagem ao ponto errado.

Agenda, descrição de público e contexto do evento: página oficial do Adapta Summit 2026 ↗. Capturas originais: Dia 01 — Arena Adapta · Arena Inteligência Pragmática · Plenária. Dia 02 — Arena Adapta · Arena Pragmática, recorte original · Arena Pragmática, continuação · Plenária.